XXXIII DOMINGO COMUM
“O dia e a hora que ninguém conhece”
Mais uma vez surge no mundo a fantasiosa ideia de fim
baseada em um calendário de um povo antigo e supersticioso que viveu no tempo
na ignorância da fé em nosso continente. Filmes, documentários, produções
assustadoras são apresentadas como verdades reveladas por seres humanos
incapazes até mesmo de designarem seu próprio fim. Deixamos de lado as ideias
dos pobres e pequenos homens para meditarmos na Palavra daquele que de fato tem
o Mundo em suas mãos como cantamos em um canto antigo da Igreja. No término do
nosso Ano Litúrgico a Igreja nos oferece textos bíblicos que falam da
consumação dos tempos ou em uma linguagem mais de fé na chegada definitiva do
Reino de Deus.
O Profeta Daniel fala-nos da chegada do dia em que surgirá o
Arcanjo Miguel. Visto pelos antigos como o protetor do povo de Deus, a presença
de Miguel vem como realidade desta proteção. O povo vive em um ambiente de
guerra
s e perseguições. A fé em Javé é questionada, enquanto
muitos para salvarem suas vidas a rejeitam e se tornam seguidores de seitas
idolátricas. Angustias e medos tornam o ambiente destruidor. Porém, para
aqueles que têm o nome escrito no Livro de Deus este tempo é na verdade a
chegada da salvação do seu povo. O que garante ter o nome escrito é a
perseverança e a confiança de que mesmo em tempos sombrios Deus não abandonou o
seu povo. Todos serão chamados a sua presença para receber a recompensa de
acordo com a sua conduta.
O texto de Daniel dá base ao texto de Marcos. Jesus declara
aos discípulos que o Templo será destruído. Isso para os judeus seria o fim do
mundo e segundo o Mestre acontecerá ainda nesta geração. Quanto aos que se
tornaram seus discípulos de nada isto poderá modificar. A sua chegada para a
consumação da história não será de destruição mais de transformação. Somente
aqueles que não o aceitaram é que serão lançados fora do seu Reino. Jesus chama
os discípulos para estarem a atentos para os sinais. Quanto ao dia último, este
ninguém sabe quando será, nem os anjos, nem o Filho, somente o Pai. Sendo Jesus
Filho de Deus, com certeza ele sabia. Porém, não é momento de revelar isto. O
que deve ser de interesse do cristão é vigiar e orar para está em estado de
espera para o grande dia que será de libertação.
Como vivemos em tempos de dor, violência, angustias, somos
declinados a dar ouvidos em anúncios catastróficos do fim dos tempos. Nem
sempre aqueles que usam a Sagrada Escritura possuem conhecimento e autoridade
adequada para compreendê-la e ensinar. A Igreja, Cristo confiou o deposito da
fé. Aos apóstolos e consequentemente aos seus sucessores deu poder para
anunciar a sua Palavra. Enquanto permanecemos ligados a ela pelo batismo e
pratica da fé, estaremos seguros e certos de que nossos nomes estão escritos no
Livro de Deus. Assim, com a Igreja apostólica rezemos: vem Senhor Jesus! Amém.
Pe. Marcelo.
XXXIII DOMINGO COMUM
“O dia e a hora que ninguém conhece”
Mais uma vez surge no mundo a fantasiosa ideia de fim
baseada em um calendário de um povo antigo e supersticioso que viveu no tempo
na ignorância da fé em nosso continente. Filmes, documentários, produções
assustadoras são apresentadas como verdades reveladas por seres humanos
incapazes até mesmo de designarem seu próprio fim. Deixamos de lado as ideias
dos pobres e pequenos homens para meditarmos na Palavra daquele que de fato tem
o Mundo em suas mãos como cantamos em um canto antigo da Igreja. No término do
nosso Ano Litúrgico a Igreja nos oferece textos bíblicos que falam da
consumação dos tempos ou em uma linguagem mais de fé na chegada definitiva do
Reino de Deus.
O Profeta Daniel fala-nos da chegada do dia em que surgirá o
Arcanjo Miguel. Visto pelos antigos como o protetor do povo de Deus, a presença
de Miguel vem como realidade desta proteção. O povo vive em um ambiente de
guerra
s e perseguições. A fé em Javé é questionada, enquanto
muitos para salvarem suas vidas a rejeitam e se tornam seguidores de seitas
idolátricas. Angustias e medos tornam o ambiente destruidor. Porém, para
aqueles que têm o nome escrito no Livro de Deus este tempo é na verdade a
chegada da salvação do seu povo. O que garante ter o nome escrito é a
perseverança e a confiança de que mesmo em tempos sombrios Deus não abandonou o
seu povo. Todos serão chamados a sua presença para receber a recompensa de
acordo com a sua conduta.
O texto de Daniel dá base ao texto de Marcos. Jesus declara
aos discípulos que o Templo será destruído. Isso para os judeus seria o fim do
mundo e segundo o Mestre acontecerá ainda nesta geração. Quanto aos que se
tornaram seus discípulos de nada isto poderá modificar. A sua chegada para a
consumação da história não será de destruição mais de transformação. Somente
aqueles que não o aceitaram é que serão lançados fora do seu Reino. Jesus chama
os discípulos para estarem a atentos para os sinais. Quanto ao dia último, este
ninguém sabe quando será, nem os anjos, nem o Filho, somente o Pai. Sendo Jesus
Filho de Deus, com certeza ele sabia. Porém, não é momento de revelar isto. O
que deve ser de interesse do cristão é vigiar e orar para está em estado de
espera para o grande dia que será de libertação.
Como vivemos em tempos de dor, violência, angustias, somos
declinados a dar ouvidos em anúncios catastróficos do fim dos tempos. Nem
sempre aqueles que usam a Sagrada Escritura possuem conhecimento e autoridade
adequada para compreendê-la e ensinar. A Igreja, Cristo confiou o deposito da
fé. Aos apóstolos e consequentemente aos seus sucessores deu poder para
anunciar a sua Palavra. Enquanto permanecemos ligados a ela pelo batismo e
pratica da fé, estaremos seguros e certos de que nossos nomes estão escritos no
Livro de Deus. Assim, com a Igreja apostólica rezemos: vem Senhor Jesus! Amém.
Pe. Marcelo.
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