Jr 31, 31-34; Hb 5, 7-9; Jo 12, 23-30.
“Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser glorificado”
Queridos Amigos, na última semana antes da Grande Semana, nossa reflexão
se dirige para os acontecimentos do Tríduo Pascal: Paixão, Morte e
Ressurreição. Estes eventos que são distintos, mas que estão intrinsicamente
interligados foram preparados por Deus em toda a história da salvação. Desde o
principio Deus fez aliança com os homens. Começando com Noé, após o dilúvio,
passando por Abraão na formação do seu povo, chegando a Moisés no Sinai. Todas
elas, como diz hoje o Profeta Jeremias na primeira leitura, violadas por sua
desobediência. Ao mesmo tempo em que denúncia a violação das três primeiras
alianças, o profeta anuncia também uma nova e que será depois tornada
definitiva. É lógico que não será através do Profeta, ele é apenas o
comunicador. Outro detalhe desta nova aliança é que não será referendada por
sangue de animais e nem escrita na pedra como as anteriores, mais na linguagem
do profeta “hei de imprimir a minha aliança no íntimo de sua alma e gravá-la-ei
no seu coração.”
Como se dará e por quem se realizará esta aliança? A Escritura é clara: “Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte e foi atendido por causa da sua piedade. Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento e, tendo atingido a sua plenitude, tornou-Se para todos os que Lhe obedecem causa de salvação eterna.” (Hb 5, 7-9).
A Nova e Eterna Aliança é selada no sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo e abre as portas da salvação eterna. Porém, Cristo tem consciência de que a realização desta aliança se dará de forma trágica e dolorosa: “Agora a minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome.” Eis a sentença a qual Cristo se dispõe para glorificar o seu nome e o nome do Pai. A ligação entre Pai e Filho é notável quando o Pai afirma que “já o glorificou e o glorificará novamente.” Onde? Na Cruz! No local onde Cristo atrairá todos a si. Na cruz que nos aponta para a realidade transcendente, segundo sua haste vertical. Os gregos que foram procurar Jesus parecem terem descoberto esta realidade. O texto não fala se Jesus os encontrou. Será por puro acaso? Ou será que esta brecha é um sinal para nós. Qual sinal? Se formos para ver Jesus como eles, será que Ele nos receberá? O texto do Evangelho de hoje nos oferece esta resposta. Disse Jesus: “Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir; foi por vossa causa. Chegou a hora em que este mundo vai ser julgado. Chegou a hora em que vai ser expulso o príncipe deste mundo. E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim”. Atraídos por Cristo, sigamos nosso itinerário espiritual da quaresma que nos convida a conversão, a uma mudança de vida.
Como se dará e por quem se realizará esta aliança? A Escritura é clara: “Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte e foi atendido por causa da sua piedade. Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento e, tendo atingido a sua plenitude, tornou-Se para todos os que Lhe obedecem causa de salvação eterna.” (Hb 5, 7-9).
A Nova e Eterna Aliança é selada no sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo e abre as portas da salvação eterna. Porém, Cristo tem consciência de que a realização desta aliança se dará de forma trágica e dolorosa: “Agora a minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome.” Eis a sentença a qual Cristo se dispõe para glorificar o seu nome e o nome do Pai. A ligação entre Pai e Filho é notável quando o Pai afirma que “já o glorificou e o glorificará novamente.” Onde? Na Cruz! No local onde Cristo atrairá todos a si. Na cruz que nos aponta para a realidade transcendente, segundo sua haste vertical. Os gregos que foram procurar Jesus parecem terem descoberto esta realidade. O texto não fala se Jesus os encontrou. Será por puro acaso? Ou será que esta brecha é um sinal para nós. Qual sinal? Se formos para ver Jesus como eles, será que Ele nos receberá? O texto do Evangelho de hoje nos oferece esta resposta. Disse Jesus: “Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir; foi por vossa causa. Chegou a hora em que este mundo vai ser julgado. Chegou a hora em que vai ser expulso o príncipe deste mundo. E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim”. Atraídos por Cristo, sigamos nosso itinerário espiritual da quaresma que nos convida a conversão, a uma mudança de vida.









